Locais De Trocas De Figurinhas Em São Paulo: Onde Completar O Álbum E Viver A Experiência Da Copa?

A temporada do álbum da Copa do Mundo sempre transforma São Paulo em algo especial. De repente, shoppings, parques, arredores de museus e estádios, além de papelarias viram pontos de encontro entre colecionadores, famílias, crianças e fãs de futebol. O clássico “tem repetida?” reaparece com força total. Mais do que completar páginas, os encontros de troca de figurinhas se tornaram experiências sociais. Em tempos dominados por telas, algoritmos e consumo digital, existe algo quase nostálgico, que é sentar numa mesa cheia de cromos repetidos e negociar aquela figurinha difícil. A Cidade de São Paulo possui alguns dos maiores e mais organizados pontos de troca do Brasil, espalhados pela capital e também na chamada Grande São Paulo. E muitos deles vão além da simples troca: oferecem espaços temáticos, atividades para crianças e experiências! Os principais pontos de troca pela cidade A capital paulista concentra dezenas de locais para troca de figurinhas. Alguns já se tornaram praticamente tradicionais entre colecionadores. Seguem os locais mais importantes em cada região. Na Zona Leste, por exemplo, a Arena Panini no Tatuapé ganhou destaque como um dos grandes pontos de troca e venda de figurinhas avulsas. Os shoppings Metrô Boulevard Tatuapé, Metrô Tatuapé e Itaquera também contam com espaços oficiais da Panini e mesas organizadas. Já na Zona Oeste, um dos lugares mais interessantes é o Museu do Futebol, na Arena Mercado Livre Pacaembu, que realiza encontros aos sábados. A combinação entre futebol, história e colecionismo cria um clima perfeito para quem vive o álbum da Copa como parte da cultura esportiva. Na Zona Sul, a Vila Mariana continua sendo um dos centros mais fortes do colecionismo com o Panini Point e o espaço Rubens Odagima dedicado às trocas, além de shoppings. Na Zona Norte, os locais de trocas se concentram em alguns shoppings. E claro, a Grande São Paulo também entrou forte no circuito. O Parque Bosque Maia possui ponto de troca, enquanto locais como o Shopping Internacional Guarulhos, Grand Plaza Shopping e Super Shopping Osasco também recebem centenas de colecionadores durante o período da Copa. Muito além da troca: o álbum virou experiência social Talvez a parte mais interessante desse fenômeno seja perceber que os pontos de troca deixaram de ser apenas locais funcionais, pois se transformaram em espaços de convivência. Muitos shoppings centers montaram áreas temáticas, mesas personalizadas e até experiências ligadas ao futebol. Além disso, alguns desses espaços possuem venda de colecionáveis, desafios temáticos e ambientes preparados para famílias. Vale muito conhecer esse tipo de experiência! Isso ajuda a explicar por que o álbum da Copa do Mundo continua relevante mesmo em plena era digital. A experiência física da troca cria interação humana imediata: negociação, conversa, amizade e até pequenas rivalidades saudáveis entre colecionadores. Outro detalhe curioso é como crianças e adultos convivem nesses ambientes. Muitos pais que colecionaram álbuns décadas atrás (ou colecionam até hoje) agora levam os filhos para trocar figurinhas. O hábito atravessa gerações. Dicas para aproveitar melhor os encontros Quem frequenta pontos de troca sabe que organização faz diferença. Levar figurinhas separadas por grupos e numeração acelera negociações e evita confusão. Caixas, pastas, envelopes e fichários ajudam bastante! Também vale observar os horários, pois os locais muito movimentados podem ficar lotados nos fins de semana, especialmente durante a tarde e início da noite. Para famílias com crianças pequenas, horários mais tranquilos costumam tornar a experiência mais confortável e mais segura. Não é mesmo? Outra dica interessante é transformar a troca em passeio. Muitos pontos ficam dentro de shoppings, parques ou centros culturais, permitindo combinar a busca pelas figurinhas com alimentação, lazer e outras atividades. E existe um aspecto quase estratégico no processo: saber negociar repetidas valorizadas, acompanhar a dificuldade de certas figurinhas e observar quais seleções costumam ser mais procuradas. Sim, completar um álbum também envolve tática! Uma breve reflexão Em um mundo digital, os encontros de troca de figurinhas mostram que experiências presenciais ainda possuem valor cultural e emocional. O álbum continua relevante porque vai muito além do papel. Ele cria memórias, aproxima pessoas e transforma momentos em experiências coletivas. Talvez seja justamente isso que torne esses encontros tão especiais: por algumas horas, os smartphones dividem espaço com mesas cheias de figurinhas, crianças conversam com adultos desconhecidos e a cidade ganha pequenos pontos de convivência espontânea. Eu adoro e participo de várias trocas! No fim das contas, completar o álbum é importante, mas talvez as melhores lembranças estejam no caminho até a última figurinha e na imersão gostosa que tudo isso cria até a Copa do Mundo!
Um Breve Review de Elvis (2022), O Filme

Na última terça-feira, sentei-me por quase 3 horas no sofá com a esposa para assistir ao filme Elvis (2022), o filme. Segue a experiência: Um filme sobre Elvis Presley, nada menos é um assunto para abordar casualmente, pois na obra de Luhrmann é uma experiência ousada e avassaladora. É um “carnaval” em forma de filme, uma história tão comovente quanto um palhaço melancólico e triste. Elvis começa pelo fim, não da vida de Presley, mas da vida que o consumiu e distorceu: o coronel Thomas Parker, empresário de longa data. Interpretado por um Tom Hanks insistentemente desagradável, Parker é o grande mestre do trágico espetáculo que se seguirá. Ele é o nosso narrador, o homem do megafone e do chicote. Com isso, Parker mal consegue contar essa história sem ser assombrado por suas próprias memórias, particularmente de um momento em que, no final da vida de Elvis, o artista está praticamente sonâmbulo de exaustão. O Rei do Rock, muito bem interpretado por Austin Butler, esparramado no chão, quase morto e sendo bombeado com fluidos para que possa simplesmente estar no palco. Não é de se admirar que a narração de Parker tenha o “fedor” covarde de uma confissão no leito de morte, pois nos diz que a morte de Elvis foi em grande parte culpa do amor e adoração do público, onde sua necessidade incessante de mais, no qual Elvis se tornou tão viciado e sacramentando sua queda certa. O Coronel Parker está nos preparando para uma história da ascensão e queda de Elvis, que por sua vez é a história de sua própria ascensão e queda. O homem, o mito e a lenda são reunidos em um soulster de olhos azuis, extremamente talentoso, cuja tragédia é predeterminada pelo fato de que sua história ainda pertence ao homem que a sangrou até secar. Temos a história da vida de Elvis, desde o nascimento pobre e conturbado até a morte prematura e sem glamour. Mas cada parada ao longo do caminho tem o peso de um evento totalizador e que abala o mundo: antes de Elvis ficar grande, ele já é grande. Sua peregrinação em uma igreja negra e pegando o espírito como uma criança descalça, soa com a grandeza audaciosa de um evento que mudará o curso da história. Elvis atinge os detalhes necessários, esculpe as eras históricas na vida pessoal e profissional: seu momento na Beale Street, sua era em Hollywood, seu tempo no exército, seu namoro e casamento com Priscilla Presley (Olivia DeJonge), sua corrida no Vegas International Hotel, voltando para sua origem e avançando para as consequências de sua morte, quando encontramos Parker novamente e somos forçados a lembrar quem é que está contando a história. Em grande parte, temos que agradecer a Austin Butler por isso, pois sobreviveu a esse papel, com todo seu desempenho incansável, nervoso e manchado de suor. Por fim, O Elvis de Butler é um artista convincente, imperfeito e ousado. Se você gostou, não deixe de participar através de sugestões, críticas e/ou dúvidas. Aproveitem para assinar o Blog, curtir a Página no Facebook, interagir no Grupo do Facebook, além de acompanhar publicações e ficar por dentro do Projeto Universo NERD.
Plastimodelismo – Um Hobby Extremamente Nerd (Parte 03: Pintura e Finalização dos Modelos)

Saudações, meus caros nerds modelistas de plantão! Tudo bom convosco? Só para relembrar: na primeira parte dessa matéria, relatei como foi o meu início no hobby e como cheguei ao nível de montagem que possuo hoje; já na segunda parte, publicada há duas semanas, trouxe a conceituação de plastimodelismo e como você, nerd leitor, poderia fazer para ingressar nele e de quais materiais e ferramentas precisaria ter à disposição. Ficou faltando, para agora, falar o que é necessário para as etapas finais da montagem do seu kit, ou seja, pintura e acabamento (colocação de decais, técnicas de envelhecimento, destaque de relevo, dentre outras). Com o seu kit devidamente montado, lixado (para deixá-lo uniforme e liso, principalmente onde foi necessário aplicações de massa putty) e lavado com água e detergente neutro, a fim de se retirar resíduos de gordura oriundos da mão do modelista, é chegada a hora da pintura. Nessa parte, o plastimodelista tem dois caminhos a seguir, que dependerão de qual nível de acabamento que ele pretende dar ao modelo e de quanto dinheiro está disposto a gastar para isso. Vamos a eles: Pintura com Pincel A forma mais simples e barata de dar acabamento a um modelo; porém, depende de muita habilidade e paciência do modelista para que ele consiga um resultado satisfatório (pintura lisa e uniforme, sem marcas de traço). Para isso, será necessário: pincéis de ponta chata com cerdas macias e de tamanhos variados, que dependem da escala do modelo e tamanho das áreas a serem pintadas; pincel redondo com a ponta bem fina (número 2 ou menor) para pintar detalhes; e tintas do tipo acrílica ou esmalte sintético nas cores necessárias. Existem diversas marcas de tintas especializadas em modelismo. No caso de esmalte sintético, a referência em qualidade é as da Humbrol; tratando-se de acrílicas, a preferida da galera que pinta com pincel é as tintas da Vallejo. O vídeo abaixo traz dicas valiosíssimas e ensina como deve ser feita a pintura com pincel. Deem uma olhada: Pintura com Aerógrafo Aqui é onde se deseja um nível de excelência em acabamento. Porém, o investimento necessário em ferramentas e materiais é proporcional ao que se almeja. Serão necessários: compressor; aerógrafo (de preferência, de dupla-ação); tintas do tipo acrílica ou automotiva nas cores necessárias (para aerografia, as mais utilizadas são as acrílicas da Tamiya); tinta primer; verniz brilhante, fosco e acetinado do tipo acrílico ou sintético (dependem do tipo de modelo montado e do tipo de tinta utilizada na pintura); fitas de modelismo para mascarar (no caso de faixas, camuflagens, etc); e solventes (podendo ser thinner, álcool isopropílico, aguarrás, dentre outros, de acordo com o tipo de tinta a ser utilizado). Dentre o que foi citado, certamente o aerógrafo e compressor necessitarão de um investimento maior. É possível encontrar desde kits com essas duas ferramentas na faixa de R$350 a preços onde cada uma delas passa, facilmente, a casa dos R$2000. Acaso não tenha familiaridade nenhuma na utilização desses itens, é recomendado que invista pouco, começando com ferramentas mais simples até que se sinta confortável para partir para algo mais profissional. O vídeo abaixa fala bastante sobre tipos de aerógrafos e compressores: Após pintado o modelo, é necessária a realização de técnicas de envelhecimento e outras que destaquem os relevos do objeto, principalmente no caso de aviões, tanques de guerra, navios e figuras, a fim de torná-los mais realistas. O washing, chipping e dry bush são alguns exemplos de procedimentos que conferem essas características. Felizmente, essas técnicas exigem materiais bem simples para serem realizadas, tais como: pincéis de ponta chata com cerdas macias (do número 0 ao 8); pinceis de ponta chata com cerdas duras (do número 0 ao 8); tinta a óleo ou acrílica (depende do tipo de tinta utilizada na pintura) nas cores preta, cinza, verde, branca e marrom; solvente (depende do tipo de tinta utilizada na pintura, devendo ser de um tipo diferente e que não reaja contra, a fim de não danificar a pintura de base); e material para limpeza, como papel higiênico, algodão e panos lisos. Independentemente do tipo de pintura que for praticar, é necessário estudar cada uma dessas técnicas citadas, além de outras, que variam de acordo com o tipo de modelo que monta e quais efeitos quer dar a ele. O que fiz aqui foi apenas passar a ideia dos materiais necessários; para fazer um washing, por exemplo, é preciso saber o tipo de solvente que usará. Basta utilizar o solvente errado e toda a pintura de base do seu modelo vai por água abaixo! Portanto, procure aprender cada uma dessas técnicas com pessoas que entendem do assunto. Para tanto, deixarei, abaixo, links de canais de Youtube e sites especializados em plastimodelismo que utilizo para meus estudos: site sobre o hobby e técnicas: SPModelismo banco de dados: Scalemates fórum e loja: WebKits canais do Youtube sobre o hobby, montagem e técnicas: Blog do Chiquito, Tom Plasti e PlastiTV canal do Youtube sobre aerografia: IPMS_RJ Peço que, antes de se aventurar no hobby, dê uma boa olhada nos materiais disponíveis para que sua jornada seja menos árdua e mais assertiva! Espero que, com esses posts, consiga ter passado um pouco daquilo que conheço, mostrado o meu amor pelo plastimodelismo e o quanto ele pode ser prazeroso e lhe trazer inúmeras horas de paz e concentração. Abraços e até breve. Se você gostou, não deixe de participar através de sugestões, críticas e/ou dúvidas. 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Plastimodelismo – Um Hobby Extremamente Nerd (Parte 02: Sobre o Hobby e Dicas Básicas)

Saudações, meus caros nerds modelistas de plantão! Tudo bom convosco? Na primeira parte, publicada na semana passada, relatei como se deu meu início no hobby e o que foi necessário fazer para que conseguisse atingir um nível de montagem satisfatório. Hoje, falarei sobre o hobby em si e darei algumas dicas para que você também possa se aventurar nele. Com a popularização da internet e a disponibilização variada de conteúdos, certamente encontrará uma gama muito rica de informações que lhe ajudarão a atingir um excelente nível de montagem (dependendo, é claro, de sua vontade e imersão) sem ter que gastar tanto dinheiro quanto me foi preciso. Vamos lá? Por definição, plastimodelismo é um hobby que consiste na montagem de miniaturas de plástico – disponibilizados na forma de kits em escalas reduzidas – para que sejam expostos de forma estática, ou seja, depois de finalizados, devem ficar em um local (estante, rack, armário), preferencialmente livre de pó, parados, sem que ninguém mais mexa neles, apenas para serem apreciados com os olhos! As miniaturas mais comuns são veículos, tais como aviões, automóveis, motocicletas, navios e tanques de guerra. Porém, também é possível a montagem de figuras (bonecos humanos), militaria blindada (canhões, lança-foguetes, etc), férreo (trens, locomotivas) e cenários completos (dioramas) compostos por vários tipos de miniaturas. O tamanho final do modelo depende de sua escala. Quanto maior a escala, ou seja, quanto menos o tamanho real do modelo é reduzido, maior e mais detalhado ele será. Exemplo: enquanto um F-22 Raptor na escala 1:72 (o tamanho real diminuído 72 vezes) fica com aproximadamente 27 cm de comprimento, o mesmo avião na escala 1:48 (reduzido 48 vezes) terá cerca de 41 cm de comprimento, tendo em vista que foi diminuído bem menos, portanto, sendo bem maior em tamanho e mais passível de ser rico em pequenos detalhes do que o modelo na escala 1:72. Entendeu, safo nerd? Agora que já sabe como funciona a questão da escala, eis aqui as escalas mais comuns para cada tipo de kits de miniatura: Automóveis: 1:12, 1:16, 1:18, 1:20, 1:24, 1:25, 1:32 e 1:43; Motocicletas: 1:8, 1:9, 1:12 e 1:35; Aeronaves: 1:24, 1:32, 1:48, 1:72, 1:144 e 1:200; Veículos militares: 1:35, 1:48, 1:72 e 1:76; Férreo: 1:22, 1:32, 1:45, 1:76, 1:87, 1:120, 1:160 e 1:220; Navios: 1:96, 1:350, 1:450 e 1:700; e Figuras: 1:8, 1:12, 1:32, 1:35, 1:48, 1:72 e 1:87. Os primeiros kits de plastimodelismo surgiram na década de 50. As pioneiras nesse seguimento foram as empresas britânicas Frog e a Airfix. De olho no mercado, na década seguinte as empresas americanas Revell, AMT e Monogram, tal qual a francesa Heller, também passaram a produzir seus kits em larga escala, tendo em vista que o hobby estava se popularizando, principalmente nos países mais frios da Europa e nos Estados Unidos. A partir da década de 70, houve um salto gigantesco na questão de tecnologia e qualidade na produção de kits graças as japonesas Tamiya e Hasegawa, que até nos dias de hoje detém os melhores modelos em relação à qualidade de injeção de plástico (método de fabricação dos kits), resultando em peças “limpas”, que se encaixam muito bem uma às outras, além de possuírem excelentes detalhes de relevo. Infelizmente, no Brasil não é tão fácil de se encontrar kits da Tamiya e da Hasegawa à venda. Dragon e Zvezda – outras marcas tops – só importando, também. Por aqui, as marcas mais populares nas lojas de plastimodelismo (tanto físicas quanto onlines) são a Academy, Italeri, Hobby Boss e Trumpeter. Todas essas não deixam de ser boas marcas; na verdade, a qualidade dos kits dependerá dos moldes que essas empresas utilizam para fazê-los. Portanto, você encontrará tanto excelentes kits quanto outros que necessitarão mais de polimento e aplicação de massa, além de outras técnicas, para que fiquem bons. Sabendo o tipo e escala da miniatura que pretende montar, basta procurar uma loja de modelismo física perto de você ou fazer uma rápida pesquisa na internet para comprar por encomenda. No Mercado Livre, Aliexpress e Shopee, acham-se esses kits aos montes! Como ferramentas e utensílios iniciais para a montagem, você precisará de: alicate de corte; cortador de unha; bisturi com lâmina nº 11 (tenha cuidado com isso!); lixas d’água nº 300 para cima; lixas de unha; pincel ponta chata pequeno (tamanho suficiente para passar nas bordas da peça); acrílico auto polimerizante (será utilizado como cola, sendo aplicado com o pincel acima); tesoura (pequena e afiada); pinça (tamanho suficiente para manusear as peças); espátula de dentista (aplicar massa, quando necessário) e massa putty (de preferência, da Tamiya). Com esses itens que, conforme pode perceber, não necessitarão de um investimento financeiro tão alto, são mais do que suficientes para se montar uma miniatura. O vídeo abaixo traz dicas valiosas de como escolher o primeiro kit e iniciar a primeira montagem. Não deixe de assistir! Já a pintura e o acabamento demandam mais atenção e, geralmente, um investimento maior. Como o texto já ficou enorme e não quero abordar esses temas de modo muito superficial, deixarei para comentar sobre eles no próximo post. Então, após assistir ao vídeo, pesquise sobre as ferramentas e kits que pretende montar, compre aquilo que já puder ir adquirindo (caso realmente esteja interessado em ingressar no hobby) e aguarde pela próxima matéria, onde fecharei o assunto e lhe indicarei o caminho para que, a partir de então, possa prosseguir e evoluir sozinho. Abraço e até breve. Se você gostou, não deixe de participar através de sugestões, críticas e/ou dúvidas. Aproveitem para assinar o Blog, curtir a Página no Facebook, interagir no Grupo do Facebook, além de acompanhar publicações e ficar por dentro do Projeto Universo NERD.
Plastimodelismo – Um Hobby Extremamente Nerd (Parte 01: Como Comecei no Hobby)

Saudações, meus caros nerds modelistas de plantão! Tudo bom convosco? Nos primórdios de 2007, movido por uma dentre as minhas várias ideias fixas que surgiam enquanto eu trabalhava de madrugada, resolvi pesquisar sobre um hobby muito peculiar: o plastimodelismo. Muitos anos antes, quando criança, também tivera a mesma ideia, já que adorava montar coisas via Lego e Pino Mágico; porém, dado a falta de autonomia financeira, havia deixado toda essa vontade de lado. Na manhã seguinte, lá estava eu visitando as três principais lojas de plastimodelismo da capital paulista em busca de informações e para consultar o preço dos kits e das ferramentas necessárias para iniciar no hobby. Analisando os modelos montados nessas lojas, decidi que minha linha de trabalho seria montar kits de aviação na escala 1:72 (o que sigo até hoje!) por conta do tamanho propício para guardar grandes coleções. Os modelos maiores (escalas 1:48 e 1:32) eram mais imponentes e detalhados, porém, bem mais caros e necessitariam de um espaço bem maior para guardá-los quando prontos. Comprei dois kits bem baratinhos: um F4U – Corsair da Academy e um F-16 da Italeri, além de uma cola plástica (horrorosa!), alicate de pressão, pincel, algumas latinhas de tinta da Humbrol do tipo esmalte sintético e algumas lixas d’água. Tudo aquilo que os vendedores disseram ser “do bom e do melhor” e que coube no meu baixo orçamento, acabei levando. Preciso mesmo dizer o quão horrível ficaram esses dois modelos depois de “prontos”? Mesmo não sendo tão difícil de seguir os manuais de instrução, percebi que precisaria de ajuda para montar modelos com a perfeição que os via na internet. Então, procurei cursos ou aulas particulares do hobby. Encontrei um professor particular, um plastimodelista renomado de São Bernardo do Campo, para me ensinar as manhas da montagem. Me lembro que ele me pediu para que eu levasse o que já havia montado e o material de trabalho que tinha à disposição. Me lembro até hoje, ele pegando o Corsair e o F-16 na mão, apertando os dois com os dedos, tudo mal colado e rangendo…a pintura horrível! Ele disse algo do tipo: “Tudo bem, para uma primeira montagem. Você fez o melhor que pôde sem informação. Mas esses modelos estão totalmente comprometidos. Posso jogar fora? Te prometo que jamais montará algo assim novamente.” Com o meu consentimento, jogou os modelos no lixo, sem arrogância alguma ou querendo me constranger. Depois pediu a cola que tinha utilizado, pediu licença, arremessou-a no lixo e disse: “A principal culpa da montagem que fez é essa cola. Vou te dar algo muito melhor e mais “clean”, que colará direito as peças e não deixará resíduos.” Feito isso, me deu um vidrinho de Jet, um acrílico auto polimerizante, utilizado na confecção de aparelhos odontológicos, e começamos as aulas. Só com a utilização dessa nova cola, logo de cara já percebi que minhas montagens ficariam muito melhores e mais fáceis de serem feitas. A partir da segunda aula, eu levei dois kits novos para aprender na prática: um B-26K da Italeri e um A-10 da Academy; foram necessárias cerca de 15 aulas para finalizar os dois modelos. Nesse período, aprendi várias técnicas, como o uso de aerógrafo para pintura (adeus pincel!), camuflagem, correções e técnicas de envelhecimento, além de como pesquisar e obter informações pertinentes ao hobby, tais como: melhores marcas de kits, tintas e ferramentas, como importar kits e demais materiais, novas técnicas, grupos de discussões, sites de referência para consultar pinturas e camuflagens das aeronaves reais, além de outras informações que me permitiram caminhar sozinho após esse minicurso, realizado dentro de um período aproximado de sete meses. De lá para cá, são cerca de 30 modelos montados. A frequência de montagem esteve alta até o ano de 2010, mas, depois disso, por conta de faculdade e trabalho, praticamente só conseguia montar um modelo durante os períodos de férias. De 2018 a 2021, o grande hiato: cursando mestrado e trabalhando como professor, todas as minhas férias nesse período foram utilizadas apenas para a escrita da dissertação; distância total das grades de plástico injetado, do aerógrafo, ferramentas e tintas! Com isso, chegamos em 2022, ano de mudanças muito positivas em minha vida, dentre elas, o sossego e maior disponibilidade de tempo. Cenário perfeito para retomar o hobby há muito esquecido! Devido a melhores condições financeiras, pude investir na compra de duas ferramentas essenciais: um aerógrafo e um compressor extremamente tops! Ahh!! Lembra do F4U-Corsair, minha primeira montagem frustrada? Decidi retornar ao hobby exatamente com ele! Aqui está a caixa do kit (é uma versão atualizada, não a mesma que “montei” em 2007) e como está o andamento da montagem. Por hoje é só. Como o texto está ficando grande, na próxima vez trago uma segunda parte, falando mais sobre a origem do hobby em si e algumas informações básicas sobre ele para quem quiser iniciar nele. Aguardem. Abraços e até breve! Se você gostou, não deixe de participar através de sugestões, críticas e/ou dúvidas. Aproveitem para assinar o Blog, curtir a Página no Facebook, interagir no Grupo do Facebook, além de acompanhar publicações e ficar por dentro do Projeto Universo NERD.
Bora Praticar Xadrez?

Saudações, meus caros nerds enxadristas de plantão! Tudo bom convosco? Não vais me dizer que, com o sucesso estrondoso de O Gambito da Rainha, não ficou com uma vontade louca de jogar xadrez?! Pois, quanto a mim, acompanhei a série toda intervalando com vídeos no YouTube sobre conceitos do jogo, aberturas, jogadas, entre outros. Aprendi xadrez na infância, porém, nunca o pratiquei e o levei a sério. Na verdade, no decorrer da minha vida, joguei muito menos do que poderia ter jogado. Era bem difícil encontrar oponentes do mesmo nível que eu: geralmente, ou eram atletas amadores (que me davam uma piaba!) ou pessoas que eu acabara de ensinar, o que tornava o desafio fácil. Semanas atrás quando terminei de assistir à série, decidi tentar jogar xadrez pelos simuladores. Se antigamente um game de xadrez era um desafio ao qual apenas um Gasparov da vida estava apto a enfrentar, atualmente, com o significativo avanço das IA’s, é muito tranquilo de se encontrar um desafio a sua altura. Aqui, rapidamente, falarei sobre dois excelentes jogos de xadrez que, aliás, são gratuitos! O Xadrez Lv. 100 Disponível para Windows, pode ser baixado gratuitamente na Loja da Microsoft. As opções disponíveis no menu do jogo te dão uma gama completa de possibilidades de tornar as suas partidas o mais próximo possível do real ou mais “arcades”. O ponto forte do game, sem dúvida alguma, está nas suas opções de escolha de nível. Você pode escolher, de cara, jogar desde o nível 1 até o nível 100! E a evolução da inteligência artificial é notória a cada nível superior: você perceberá que a máquina passará a errar menos. Quando se sentir confiável, também é possível desafiar outros jogadores pelo mundo. Vencendo a partida, recebe uma pontuação no Rating Elo, usado para se calcular a força relativa entre jogadores de xadrez. Xadrez Xadrez é um aplicativo que pode ser baixado gratuitamente na Play Store de seu android. Praticamente, possui todas as opções do jogo anterior. A grande diferença entre eles é que, no aplicativo, você precisa jogar e vencer cada nível para habilitar o seguinte. Com apenas 10 níveis de dificuldade, a escala de dificuldade do game é muito mais perceptível. Certamente, chegará em um level que te prenderá por dias até que consiga superá-lo! Venho jogado os dois simultaneamente. Porém, se me perguntar qual deles prefiro, a resposta é simples: o aplicativo. Isso porque ele possui lindos gráficos 3D que te dão uma imersão maior no jogo. Apenas por isso! Em jogabilidade, são muito equivalentes e funcionais. Então, não custa experimentar, meu caro nerd! Vai que você tenha um enorme potencial oculto e se torne o Beth Harmon do mundo real… Abraços e até breve. ______________________________________________________________________________ Se você gostou, não deixe de participar através de sugestões, críticas e/ou dúvidas. Aproveitem para assinar o Blog, curtir a Página no Facebook, interagir no Grupo do Facebook, além de acompanhar publicações e ficar por dentro do Projeto Universo NERD, de sorteios, concursos e demais promoções.
Life Is Strange 2: Episode 5 – Uma história que vai muito além do bem e do mal

Toda vez que penso em procurar um game que retrata a vida humana ou pelo menos alguns dos elementos dela da forma mais próxima da realidade e com imersão, não consigo deixar de pensar em Life Is Strange. E com Life Is Strange 2 não podia ser diferente, pois mantém a mesma essência do primeiro. O Episódio 5 abandona os vilões e os clichês do anterior e nos reconecta com o que faz Life is Strange 2 funcionar melhor: personagens sutis, relacionamentos profundos e uma narrativa que não tem medo de mostrar o lado feio dos EUA atual, enquanto tenta manter a essência da beleza humana. E já faz algum tempo desde os explosivos eventos de Haven Point, ainda mais depois que a jornada de Sean e Daniel começou em Seattle. Mas agora, o fim de Life Is Strange 2 chegou e com isso, temos uma conclusão imersiva para essa história emocional. De fato, não importa que tipo de relacionamento você tenha construído entre Sean e Daniel até agora, o jogo começa com os dois acampados sob as estrelas no Arizona. Esta cena ilustra uma força significativa da série que se desenvolveu desde o primeiro episódio, enquanto você pode orientar as escolhas e a moralidade de Sean e o impacto que tem sobre seu irmãozinho, mas nenhuma escolha que você faça mudará o amor que eles têm um pelo outro. Mesmo um Sean de baixa moral, com uma propensão a roubar quem jura como um marinheiro, ainda amará Daniel e o protegerá a todo custo. Entender Sean, o torna como sendo um canal fantástico para vislumbrar a beleza dos personagens, a dor nas circunstâncias ruins em que ele se encontra tantas vezes e a adoração que ele tem pelo irmão. Você provavelmente acabará gostando de Daniel e cada vez mais de Sean. Quanto ao impacto que você pode ter, a personalidade de Daniel pode mudar, dependendo de como você o tratou e das escolhas que fez nos episódios anteriores. Ele terá uma moralidade aumentada ou reduzida, e essa característica mudará drasticamente a maneira como ele age nos momentos finais da série. As performances de cada um dos irmãos continuam a tornar sua conexão crível e com muito afeto. A inclusão da mãe de Sean e Daniel é explorada mais profundamente e com mais nuances do que no Episódio 4, onde sua aparência foi ofuscada pelo enredo inconsistente. As camadas de sua personagem e a preferência pelo isolamento são espelhadas pela primeira grande localização que você explora no último, chamada “Away”, uma comunidade de pessoas que evitaram a sociedade em favor de uma vida auto-suficiente no deserto. Aliás, o último exemplo, é um testemunho de um dos maiores pontos fortes de Life Is Strange 2: sua disposição de fazer perguntas complicadas, amplificar vozes marginalizadas e tentar explorar o complexo clima sociopolítico. Essa tarefa difícil nem sempre é executada na perfeição, e algumas das representações mais extremas de norte-americanos xenófobos podem sair um pouco exageradas. As performances realizadas pelos irmãos continuam a tornar sua conexão crível e com muito afeto. Algumas interações no episódio 5 permanecem um pouco difíceis de engolir. É improvável um acampamento inteiro de párias sociais que decidem que não são escalados por uma criança de 10 anos com superpotências e às vezes, personagens inteligentes parecem ter lapsos inconsistentes de julgamento ou lógica. De qualquer forma, ignorar o impacto social dos poderes de Daniel permite que o enredo avance. Chegar à conclusão de que é improvável que haja um final puramente feliz para os irmãos é desanimador, mas trabalha para solidificar as correntes temáticas da vida e o estado conturbado do atual clima sociopolítico, identidade, fraternidade, do povo norte-americano. Os múltiplos finais são diferentes e refletem como você irá interagir com Daniel. Saiba que não há respostas fáceis que pareçam apropriadas, mas há positividade em cada conclusão possível. Para ter uma melhor ideia da imersão e história que poderá encontrar em Life Is Strange 2, confira o teaser trailer de lançamento, publicado pelo Canal DomTheBomb, no YouTube. Por fim, dizer adeus aos irmãos Sean e Daniel é tão difícil quanto deixar Chloe e Max no primeiro Life Is Strange, pois é uma prova da força extraordinária da construção de personagens do game. Embora a história dos irmãos chegue a algum tipo de final, as implicações maiores da história e seus temas levantam mais perguntas do que eles podem esperar responder. Será que é mesmo um final? Life Is Strange 2 está disponível para Xbox One, PlayStation 4, Microsoft Windows, Linux e Mac OS Classic. _____________________________________________________________________________ Se você gostou, não deixe de participar através de sugestões, críticas e/ou dúvidas. Aproveitem para assinar o Blog, curtir a Página no Facebook, interagir no Grupo do Facebook, além de acompanhar publicações e ficar por dentro do Projeto Universo NERD, de sorteios, concursos e demais promoções.
O Polêmico Battlefield V (Parte 2)

Continuando nosso artigo sobre o BFV, agora vamos complementar o que faltou na primeira parte da análise (link da Parte 1). No caso iremos retratar o contexto histórico, as missões singleplayer, os mapas e modos de jogo, as atualizações e falar um pouco sobre minha história na série. Lembrando que tudo que será retratado aqui será baseado na minha experiência de jogo e no meu conhecimento a respeito da série. Comentários e críticas são sempre bem vindas para contribuir com a qualidade desta análise. Contexto histórico e campanha Não é mais que óbvio que o jogo se passa durante o período da 2ª Guerra Mundial, contudo temos algumas ambientações pouco conhecidas mostradas no jogo. O lado bom disso é que pudemos conhecer novos locais de batalhas pouco conhecidos do público em geral (como os mapas situados na Holanda). O lado negativo vai para a ausência de grandes batalhas clássicas que não foram, até então, colocadas no jogo, como a famosa Batalha da Normandia e a Invasão a Pearl Harbor, por exemplo. Contudo o conteúdo vem sendo expandido continuamente e a EA nos informou que nada será cobrado pelo que for acrescentado ao jogo base. Então podemos esperar que esses mapas surjam eventualmente no decorrer das atualizações. Um grande número de críticas ao jogo se deu a presença de personagens femininos no combate multiplayer do jogo. Como bem sabemos, as mulheres não desempenharam um papel efetivo no combate durante a guerra. Suas funções estavam mais associadas ao tratamento médico dos feridos e à assumir atividades até então masculinas na indústria e no comércio devido os homens terem se ausentado para o conflito. Eu particularmente não vejo problema algum em termos personagens femininos no game, ainda que não retratem a realidade ocorrida. O lado bom é que mais mulheres podem se engajar com o jogo e melhorar as vendas do mesmo, assim contribuindo para sua maior popularidade. Contudo, sabemos que várias pessoas compram os jogos da série pelo fato dos mesmos serem fiéis aos eventos históricos, então é de se esperar que haja divergência de opinião quanto ao assunto. A campanha singleplayer está muito bem elaborada e nos trás algumas histórias de guerra em forma de capítulos independentes. Atualmente contamos com quatro histórias, além do prólogo (lembrando que apenas o prólogo e as três primeiras histórias destravam conquistas). As histórias são ambientadas na Noruega, França, Norte da África e na Alemanha e retratam vários contextos e períodos diferentes da guerra. Mapas e modos de jogo O BFV foi lançado com 8 mapas ambientados em locais importantes da 2ª Guerra Mundial divididos entre países específicos onde o combate ocorreu: França: Esses mapas retratam a queda da França, que eventualmente levou as tropas britânicas a se retirarem da Europa continental. Dois mapas Aço Retorcido e Arras. Holanda: Inspirado em um conflito pouco conhecido da Segunda Guerra Mundial, ocorrido em maio de 1940. Esperando pouca resistência, o exército alemão invadiu a cidade de Roterdã, mas se deparou com uma oposição militar feroz. Dois mapas: Roterdã e Devastação. Norte da África: Esses dois mapas são inspirados por um ponto estratégico existente entre a Líbia e o Egito. Esta área foi o cenário de batalhas decisivas entre o Eixo e os Aliados em 1941 e 1942. Dois mapas: Hamada e Base Aérea. Noruega: Estes mapas são inspirados na campanha norueguesa, que aconteceu na primavera e no verão de 1940 ao norte, na cidade portuária de Narvik e nas montanhas ao redor. Dois mapas: Narvik e Fjell 652. Mais um mapa foi acrescentado com os eventos Cursos da Guerra. Bélgica: baseado nas primeiras ofensivas da guerra, as paisagens da Bélgica que um dia foram serenas agora estão repletas de restos de tanques, após conflitos como a Batalha de Hannut. Mapa Panzerstorm, com foco na batalha de tanques (acrescentado em dezembro de 2018). Comparado a seus antecessores, o BFV chegou com um mapa a menos que o BF1 (que foi lançado com 9 mapas) e dois a menos que o BF4 (que foi lançado com 10 mapas). Esses jogos receberam mais mapas com o passe de temporada, sendo que ele custava geralmente o mesmo valor que o jogo base. No BFV a EA afirmou que tudo que sairá de conteúdo futuro é gratuido. Os modos de jogo multiplayer conquista e cada equipe por si tradicionais de toda a série se unem aos modos mais recentes dominação, linhas de frente, ruptura, invasão aérea, conquista de pelotão e último esforço para nos trazer uma excelente variedade de estilos de jogo disponíveis. Além disso temos o novo modo armas combinadas focado em mapas cooperativos para 4 jogadores e o modo battle royale fogo cruzado. E não podemos deixar de lado o modo criado no BF1 e que, em minha humildade opinião, é a melhor experiência multiplayer do BFV: Operações Grandiosas. Atualizações e eventos Diversas atualizações, não só para correção e bugs e erros mas também para adição de conteúdo novo ao jogo, vem saindo continuamente com os eventos dos Cursos da Guerra. O grande ponto positivo é que as missões que mudam a cada semana sempre estão relacionadas aos novos conteúdos adicionados ou aos modos de jogo pouco acessados pela comunidade (principalmente no Brasil). Firestorm: o modo Battle Royale que foi anunciado para o jogo e lançado em 26 de março de 2019 onde um círculo de fogo mortal limita o maior mapa de Battlefield já feito. Modo com 64 jogadores para se jogar solo ou e pelotão. Grécia: Estes campos de batalha são inspirados na Batalha da Grécia, que aconteceu de 1940 a 1941, quando as forças do Eixo enfrentaram os Aliados na Grécia continental e invadiram a ilha de Creta. Dois mapas: Mercúrio e Marita que serão adicionados em breve. O evento chamado de Cursos da Guerra mantém o jogo em contínuo desenvolvimento, seja com adição de novas armas, modos de jogo ou mapas novos, como também com atualizações e correções de bugs e balanceamento de armas e veículos. O grande ponto forte deste evento é trazer jogadores a modos