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Asemblance – Se Perder Para Se Achar

Asemblance – Se Perder Para Se Achar

Sabem aquele momento em que você chega em um país estrangeiro sem saber o idioma e precisa se virar? Aquela confusão que te deixa passado a ler placas com letras que conhece mas que não entende o significado? Esta foi a minha sensação em Asemblance, por quase o 90% do jogo.

E o outro 10% ?! Eu diria surpresa!

Como costume nos meus textos, começamos com umas palavras sobre a empresa que desenvolveu e publicou os dois jogos, a Nilo Studios, criada em 2015 na cidade de Seattle (EUA), que tenta engajar os gamers em jogos emocionantes que irão mexer com a sua mente de um jeito diferente, mas da mesma maneira que seriados como BlackMirror fizeram na TV… (Nota: se ainda não viram, corram e façam maratona!).

A minha experiência com Asemblance

Você, uma IA, um simulador para pesquisas… o que pode dar errado? O jogo é bem isso, achar a maneira de sair deste teste procurando os finais que mostram os vários tons da verdade. O jogo se baseia inteiramente nisso, a procura da verdade, através de áudio, imagens e folhas espalhadas nas áreas do jogo, cada parte, cada informação, onde cada frase da IA faz parte desta procura, um quebra-cabeça, um

… puzzle complexo que vai levá-lo em loops sem fim para achar o que fazer!

O problema deste jogo não é o jogo em si, pois ele é bem construído com uma ideia de base bem legal e uma execução ótima! O problema e a falta de tradução! Eu que escrevo, conheço um pouco de inglês, o tanto que preciso para jogar jogos normais onde a narrativa e a história se combinam no gameplay mantendo mais ação do que “textos”, mas aqui a questão muda, pois o jogo é o texto e isso tudo deixa a situação complicada.

Graças a empresa, conseguimos testar tanto Asemblance quanto Asemblance: Oversign. Os dois utilizam as mesmas dinâmicas de base para construir o jogo, mas se diferenciam na história. Ambos os jogos apresentam múltiplos finais seguindo as cores, sendo que para acabar o jogo (e os 1000G) você terá que achar cada final e para fazer isso, precisará descobrir todos os elementos que constroem as lembranças, desde a borboleta azul (que se apresenta nos dois jogos) até horários e códigos. Tudo isso precisará ser encontrado através dos estudos da documentação, dos áudios deixados nas áreas, do que a IA “insinuar” e, muitas vezes, precisará procurar soluções até mesmo na comunidade online.

A diferença de outros jogos com puzzles onde você está fazendo algumas coisas e surge uma área para resolver um quebra-cabeça é que, nestes dois jogos, você está dentro do quebra-cabeça!

A cada tom da verdade, a cada cor que está vivendo naquele momento, achará elementos diferentes nas áreas da simulação, isso irá te levar para o final daquela cor, ou dará uma via para outra cor. E com a combinação certa de elementos na ordem exata, poderá encontrar todos os finais chegando no “white shift”…

… Aqui parece simples, não é?

Bem, quando você abre o jogo, só sabendo que é um puzzle game e nada mais, chegará a um ponto em que irá dizer: “O que está acontecendo? O que tenho que fazer? Onde tenho que ir? E o mais importante… quem eu sou?”. Não fazer spoilers é muito difícil neste caso, mas uma frase da IA vou escrever aqui:

Você vai entender que para sair daqui, terá que se adentrar mais.

Os jogos são interessantes pelas suas dinâmicas, o grande contra é que nenhum deles está traduzido e no primeiro, nem legendas em inglês, mas com um pouco de esforço dará para chegar até o fim das aventuras!

Eu tive a oportunidade de jogar estes dois jogos e quem de vocês conseguir também, aproveitem! Os jogos são bem legais se o inglês não é um grande problema neste caso!

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Daigor Landi

É Autor/Colaborador do UniversoNERD.Net. Gringo trabalhando como desenvolvedor software, obcecado por videogames e tecnologia. Passo o tempo entre Xbox, trabalho e ouvir os xingamentos de quem revisa os meus artigos!